A situação do Vasco voltou a ser alvo de críticas contundentes no cenário nacional. Durante participação como comentarista na Cazé TV, o ex-jogador Djalminha analisou o momento do clube e foi direto ao ponto: o cenário é preocupante, e a campanha recente não reflete a real condição do time.
Segundo Djalminha, a chegada à final da Copa do Brasil de 2025 acabou “maquiando” um desempenho fraco no Campeonato Brasileiro, que terminou com o CRVG flertando perigosamente com a zona de rebaixamento.
“A Copa do Brasil deu uma maquiada na campanha do Vasco. O Vasco ficou um ponto do rebaixamento”, afirmou.
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Campanha fraca e alerta ligado no Brasileiro
O ex-meia destacou que o Brasileirão terminou em dezembro e, desde então, o movimento do mercado escancarou um problema grave: enquanto os concorrentes diretos se reforçaram, o Cruzmaltino seguiu o caminho inverso.
“Outros times, todos eles, se reforçaram. O Vasco enfraqueceu.”
Para Djalminha, esse desequilíbrio aumenta o risco competitivo da equipe, principalmente em um campeonato longo e desgastante como o Brasileiro, onde regularidade e elenco fazem toda a diferença.
Saída de Rayan pesa e muito para momento do Vasco
Outro ponto central da análise foi a saída de Rayan, tratada pelo comentarista como uma perda difícil — senão impossível — de ser reposta no curto prazo. Na visão dele, o Vasco perdeu um jogador diferenciado, capaz de decidir partidas.
“Como vai encontrar alguém do nível do Rayan? Era um jogador diferenciado. Não encontra ninguém perto dele.”
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Djalminha ainda questionou a capacidade ofensiva do time sem o jovem atacante, especialmente em jogos fora de casa, onde o Gigante da Colina já apresentava dificuldades.
“Quem vai garantir a quantidade de gols? Você garante o Vasco ganhando fora de casa? A situação é preocupante.”
Final não apaga os problemas estruturais
A análise reforça um sentimento crescente entre torcedores e analistas: a boa campanha na Copa do Brasil não apaga falhas estruturais do elenco e nem resolve problemas de desempenho no Brasileiro. Pelo contrário, pode ter criado uma falsa sensação de segurança.